Provedor De Acesso A Internet


Há cerca de uma década e meia atrás a população brasileira se encontrava extasiada com a grande sensação do mercado tecnológico do momento: a internet. Já naquela época, as poucas pessoas que começaram a investir na compra desse novo produto perceberam que além de terem de trocar seus computadores – ou as peças internas dos mesmos – para que estes pudessem ter acesso e capacidade para utilizar a nova ferramenta, também teriam de contratar os serviços de alguma empresa que oferecesse um provedor de acesso, sem o qual nada desse investimento faria sentido.
Naquela época era inacreditável a quantidade absurda de empresas que surgiram da noite para o dia oferecendo serviços de provedor de acesso a internet. De repente o brasileiro se via de frente com um grande número de empresas – muitas delas que ainda hoje mantem-se como grandes servidores nacionais – e sem saber por qual optar. A tendência, como sempre, era cair pro lado daquela que tivesse maior espaço na mídia, que propagandeasse com mais freqüência e fornecesse ao cliente uma conexão, à época, discada, que permitisse o usuário realizar suas atividades com um número pequeno de interrupções na discagem, o que garantia uma conexão razoável.
Tendo passado tanto tempo desde seu primeiro surgimento em territórios brasileiros, as empresas de provedores de acesso a internet tiveram que ser repaginadas, ou seja, tiveram que se vincular com algum outro serviço para conseguir garantir o seu funcionamento, pois desde que as opções gratuitas entraram no mercado para concorrer com as grandes, os compradores desse tipo de serviço passaram a migrar para aonde se pagava nada ou quase nada. E assim continua o círculo cibernético que tece os bastidores da tecnologia no Brasil.

Há cerca de uma década e meia atrás a população brasileira se encontrava extasiada com a grande sensação do mercado tecnológico do momento: a internet. Já naquela época, as poucas pessoas que começaram a investir na compra desse novo produto perceberam que além de terem de trocar seus computadores – ou as peças internas dos mesmos – para que estes pudessem ter acesso e capacidade para utilizar a nova ferramenta, também teriam de contratar os serviços de alguma empresa que oferecesse um provedor de acesso, sem o qual nada desse investimento faria sentido.

Naquela época era inacreditável a quantidade absurda de empresas que surgiram da noite para o dia oferecendo serviços de provedor de acesso a internet. De repente o brasileiro se via de frente com um grande número de empresas – muitas delas que ainda hoje mantem-se como grandes servidores nacionais – e sem saber por qual optar. A tendência, como sempre, era cair pro lado daquela que tivesse maior espaço na mídia, que propagandeasse com mais freqüência e fornecesse ao cliente uma conexão, à época, discada, que permitisse o usuário realizar suas atividades com um número pequeno de interrupções na discagem, o que garantia uma conexão razoável.

Tendo passado tanto tempo desde seu primeiro surgimento em territórios brasileiros, as empresas de provedores de acesso a internet tiveram que ser repaginadas, ou seja, tiveram que se vincular com algum outro serviço para conseguir garantir o seu funcionamento, pois desde que as opções gratuitas entraram no mercado para concorrer com as grandes, os compradores desse tipo de serviço passaram a migrar para aonde se pagava nada ou quase nada. E assim continua o círculo cibernético que tece os bastidores da tecnologia no Brasil.

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